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MDIC destaca contribuição do Siscoserv para competitividade do setor de serviços brasileiro

Brasília  Os cinco anos do Siscoserv, sistema operacional cogerido pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC) e pela Receita Federal do Brasil, foi tema de Seminário realizado nesta terça-feira (12) na Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp). O evento reuniu empresários e autoridades como o secretário de Comércio e Serviços do MDIC, Marcelo Maia, e o diretor titular adjunto do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Fiesp, Vladimir Guilhamat.

Para Maia, o seminário foi uma oportunidade para esclarecer aos empresários os mecanismos disponíveis no Siscoserv e a correta utilização dessa ferramenta pelo setor privado.

“O Siscoserv surgiu a partir da necessidade de um sistema informatizado específico para as operações de comércio exterior de serviços. Hoje, o Siscoserv se transformou num importante instrumento que auxilia o governo, mas também o setor privado pois contribui na tomada de decisão em estratégias empresariais”, explicou o secretário.

Marcelo Maia ressaltou, ainda, que, a partir dos dados identificados no sistema, a SCS está trabalhando para elaborar políticas públicas que possam contribuir para alavancar o comércio exterior de serviços para os setores estratégicos identificados. “Estamos estudando a possibilidade de medir a eficácia dessa, e de qualquer outra política direcionada para promover o comércio externo de serviços, pois o monitoramento dos dados do sistema aumenta a confiabilidade e a efetividade dessas políticas”, garantiu.

O Seminário da Fiesp contou com a participação de 306 pessoas, sendo que 429 internautas puderam interagir e fazer perguntas por meio remoto on-line.Os representantes do MDIC e Receita Federal puderam contribuir com respostas às mais de 500 perguntas apresentadas durante todo o evento.

Siscoserv

O Siscoserv é um sistema operacional de registro obrigatório das transações do Comércio Exterior de Serviços do Brasil, inclusive as operações de exportações e importações de intangíveis. O sistema permite extrair uma base de dados com estatísticas sobre o comércio exterior de serviços no Brasil.

O sistema é, ao mesmo tempo, um instrumento que auxilia o governo na formulação de políticas públicas e o mercado privado na tomada de decisão em estratégias empresariais. Além das empresas que já atuam no comércio exterior, as informações disponibilizadas a partir do sistema são úteis para empresários do setor que ainda não exportam, mas buscam informações para o planejamento de ações de exportação. Usufruem dos dados do sistema, ainda, institutos de pesquisa e universidades.

 (*) Com informações do MDIC

Fonte: https://www.comexdobrasil.com/mdic-destaca-contribuicao-do-siscoserv-para-competitividade-do-setor-de-servicos-brasileiro/

Secex anuncia ampliação de atendimento ao público

A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) irá ampliar o atendimento ao público neste ano com iniciativas para orientar melhor os operadores de comércio exterior. “A Secex vem aprimorando a sua relação com o público constantemente, estudando formas de ser mais efetiva nos atendimentos. Por isso, decidimos adotar medidas que visam organizar a nossa agenda para responder mais às demandas do setor produtivo brasileiro”, informou o secretário de Comércio Exterior, Daniel Godinho.

A partir do dia 19 de março, técnicos do Departamento de Operações de Comércio Exterior (Decex) terão horário fixo e exclusivo para realizar despachos com os interessados, às quartas-feiras, de 9h às 12h e de 14h às 18h. Para melhor aproveitamento do tempo, os atendimentos serão pré-agendados com o preenchimento de formulário para identificação dos temas a serem tratados.

Os despachos serão focados em questões usais de competência do Decex, relacionadas a casos concretos referentes a operações de importação, exportação e drawback, com a previsão de duração de 30 minutos. Ao final, o público poderá avaliar se os atendimentos foram satisfatórios. “A interface com o público externo representa uma ótima oportunidade de esclarecimento sobre as normas e procedimentos aplicados no exame das operações e também para colher sugestões de melhorias nos atuais processos”, considerou o diretor do Decex, Renato Agostinho.

A Secex irá também ampliar a realização dos Seminários sobre Operações de Comércio Exterior. Os eventos serão realizados mensalmente, com a primeira edição deste ano em março, em Brasília. Os próximos seminários de 2014 ocorrerão em capitais do país, a partir de parcerias com as entidades localizadas nos estados. Durante os seminários, também ocorrerão despachos agendados previamente com os interessados.

Vale lembrar que o MDIC dispõe de um serviço de atendimento online para dúvidas sobre comércio exterior. Pelo Comex Responde, os interessados podem encaminhar questões gerais que são respondidas em um prazo médio inferior a cinco dias.

Fonte: Export News

Complexo do Itajaí opera cargas de maior valor agregado do Brasil

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O Complexo Portuário do Itajaí opera as cargas de maior valor agregado entre os dez principais portos brasileiros. A informação é de levantamento divulgado pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex), ligada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Exemplo disso são as cargas de carnes para exportação, que somaram aproximadamente 1,9 milhão de toneladas em 2013, quase a metade das cargas embarcadas no Complexo, com o valor de US$4,41 bilhões.

Já os itens mecânicos e eletrônicos, com apenas 373,6 mil toneladas exportadas, totalizaram US$1,27 bilhão, um valor considerado bastante expressivo.

A soma das importações e exportações do Completo Portuário do Itajaí resultou U$17,43 bilhões no ano passado, à frente dos portos de Santos, Paranaguá e Vitória.

Na relação entre peso e valores (US$/FOB), o valor de cada quilo de carga embarcada ou desembarcadas no cais do Porto Público ou dos demais terminais que compõem o Complexo apresentou o valor de US$2,22, o que coloca Itajaí no topo do rol dos portos com maior valor por tonelada movimentada.

Para o superintendente do Porto de Itajaí, engenheiro Antonio Ayres dos Santos Júnior, a liderança do Complexo se deve ao trabalho exclusivo com contêineres. “As cargas importadas e exportadas conteinerizadas têm valor bem superior às commodities, que são a principal carga de muitos portos”, explica.

Fonte: Economia SC